O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça de Electro está em cartaz nos cinemas do Brasil

 

 

Do Adoro Cinema

 

Lançamento

 

 

1 de maio de 2014 (2h21min

Dirigido por Marc Webb
Com Andrew GarfieldEmma StoneJamie Foxx
Gênero Ação , Fantasia , Aventura

Nacionalidade

EUA

 

Sinopse 

Não recomendado para menores de 12 anos 

 

Peter Parker (Andrew Garfield) adora ser o Homem-Aranha, por mais que ser o herói aracnídeo o coloque em situações bem complicadas, especialmente com sua namorada Gwen Stacy (Emma Stone) e sua tia May (Sally Field).

Apesar disto, ele equilibra suas várias facetas da forma que pode. No momento, Peter está mais preocupado é com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen, de que se afastaria dela para protegê-la. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), e o surgimento de um vilão poderoso: Electro (Jamie Foxx).

 

 

 

Richard Donner pretende reunir elenco do clássico de 1985.
‘Está perto’, diz o ator Corey Feldman após anos de boatos

 

Do G1

 

Após anos de boatos, pela primeira vez Richard Donner, diretor de “Os Goonies”, confirmou que uma sequência para o filme de 1985 está sendo planejada. O cineasta estava assinando autógrafos em Beverly Hills na tarde de sexta-feira (4) quando foi fotografado por um repórter do site TMZ, que perguntou sobre o assunto.

Além de confirmar a produção, o diretor teria dito ainda que gostaria de contar com a participação dos atores do primeiro filme, entre eles Josh Brolin e Corey Feldman. Com a repercussão da declaração de Donner, Feldman usou seu perfil no Twitter para também confirmar a sequência.

“Está perto, acredito que estão trabalhando duro para criar o melhor roteiro possível”, escreveu, garantindo aos fãs que eles saberão quando tudo estiver pronto. O ator, hoje com 42 anos, interpretou o personagem Bocão em 1985 e nos últimos anos tem sido um dos maiores defensores do projeto.

Em 2009, Donner, que também dirigiu filmes como os dois primeiros “Superman” e os quatro da série “Máquina mortífera”, havia afirmado que dificilmente uma continuação seria produzida. Em entrevista à revista “Empire”, ele revelou que havia discutido o assunto com Steven Spielberg, mas que a ideia parecia “desrespeitosa”.

Além de ser produtor do primeiro filme, Spielberg também escreveu a história na qual foi baseado o roteiro de Chris Columbus. Donner não revelou, no entanto, se ele também terá algum envolvimento na sequência, que ainda não tem previsão de data para lançamento.

 

Fonte: do G1, SP. Link: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2014/04/diretor-e-ator-confirmam-sequencia-de-os-goonies.html

Sinopse:

O filme é uma adaptação da história bíblia  de Noé, retratada no livro de Gênesis, capítulo 6. De acordo com a Bíblia, Deus estava descontente com a perversidade dos humanos e pretendia destruí-los, poupando apenas os animais e Noé, que ele considerava o único homem justo na Terra. Assim, ele deu ordens a Noé para construir uma arca e abrigar um casal de cada espécie de animal existente na natureza, afim de protegê-los do dilúvio.

 

Elenco: Russell Crowe; Jennifer Connelly; Anthony Hopkins; Ray Winstone; Emma Watson; Logan Lerman; Nick Nolte; Douglas Booth
Direção: Darren Aronofsky 
Gênero: Drama
Duração: 138 min.
Distribuidora: Paramount
Classificação: 14 Anos

 

O filme promete grande sucesso, mas já tem causado polêmica antes mesmo da sua estreia. Em alguns países árabes a exibição foi proibida. Povos islâmicos e cristãos não gostaram muito da adaptação. Para o Islã, um dos países a proibir a exibição do filme, a explicação é que o filme contradiz os ensinamentos do Islã. Já para os cristãos, o filme foge muito da história original bíblica, enfeitando muito a história, com detalhes que não estão na Bíblia.

 Veja abaixo uma matéria da Reuters sobre a proibição e os protestos do filme Noé.

 

Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos não exibirão o filme.
Superprodução contraria Islã por apresentar imagem de um profeta.

 

Três países árabes proibiram a exibição do filme de Hollywood "Noé" devido a questões religiosas, mesmo antes da estreia mundial, e vários outras nações devem fazer o mesmo, afirmou à Reuters neste sábado (8) um representante da Paramount Pictures.

O Islã não simpatiza com a representação de pessoas sagradas na arte, e retratos do profeta Maomé na imprensa da Europa e da América do Norte causaram violentos protestos em países islâmicos nos últimos dez anos, alimentando as tensões culturais com o Ocidente.

"Censores do Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos oficialmente confirmaram nesta semana que o filme não será exibido nesses países", afirmou um representante da Paramount Pictures, que fez a produção ao custo de US$ 125 milhões e contratou os atores vencedores do Oscar Russell Crowe e Anthony Hopkins.

"A explicação oficial que eles deram ao confirmar o veto é que 'o filme contradiz os ensinamentos do Islã'", afirmou o representante, acrescentando que o estúdio espera proibições similares no Egito, na Jordânia e no Kuwait. A estreia nos EUA está marcada para 28 de março.

Noé, que no livro bíblico de Gênesis constrói uma arca que salvou a sua família e muitos casais de animais do grande dilúvio, é reverenciado pelo judaísmo, cristianismo e islamismo.

Jennifer Connelly e Russell Crowe em 'Noé' (Foto: Divulgação)Jennifer Connelly e Russell Crowe em 'Noé' (Foto: Divulgação)

Um capítulo inteiro do Corão é dedicado a ele. A universidade Al-Azhar, maior autoridade do islã sunita e centro do ensinamento do islamismo por mais de um milênio, emitiu na quinta-feira uma fatwa, ou uma determinação religiosa, contra o filme.

"A Al-Azhar renova sua objeção a qualquer ato que retrate os mensageiros e profetas de Deus e os colegas do Profeta (Maomé). Que a paz esteja com ele", anunciou a universidade em comunicado.

Eles "provocam sentimentos nos crentes, são proibidos no Islã e uma clara violação da lei islâmica", acrescentou a fatwa.

O filme de 2004 "A Paixão de Cristo", estrelado por Mel Gibson e que retratou a crucificação de Jesus, foi muito assistido no mundo árabe, apesar de muitas objeções por parte dos clérigos muçulmanos.

Em 2012, a minissérie árabe "Omar", que retratava a vida do governante muçulmano e companheiro de Maomé no século 7, também superou as objeções dos clérigos e foi exibida em uma emissora de televisão via satélite.

Protestos
A publicação de caricaturas do profeta Maomé em um jornal dinamarquês, em 2006, causou grandes protestos no Oriente Médio, África e Ásia, nos quais morreram pelo menos 50 pessoas.

Em 2012, um vídeo amador produzido na Califórnia e publicado no Youtube, zombando de Maomé, foi o motivo de protestos em toda a região e pode ter contribuído para um ataque militante na Líbia, que matou o embaixador norte-americano no país e outros três cidadãos dos EUA.

"Noé", que no trailer mostra Crowe empunhando seu machado e gêiseres feitos no computador inundando um exército de pecadores que queriam entrar em sua arca, também causou polêmica nos EUA.

Jerry A. Johnson, presidente da entidade conservadora Emissoras Religiosas Nacionais (NRB), afirmou no mês passado que gostaria de "assegurar que todos que vejam esse filme impactante saibam que é uma interpretação imaginária das Escrituras, não literal".

A Paramount respondeu concordando em emitir uma retratação. "Embora a licença artística tenha sido utilizada, acreditamos que o filme é verdadeiro em sua essência, valores e integridade de uma história que é uma pedra angular da fé de milhões de pessoas em todo o mundo", disse o estúdio no comunicado

Fonte: do G1. Link: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2014/03/filme-noe-e-censurado-em-tres-paises-islamicos.html

Da Redação, por Lucas Torres

 

Sem Escalas.

Eletrizante!

Se você é um amante da ação e do suspense no cinema, por favor, não deixe de ver “Sem Escalas”. Marque o salão para o dia seguinte, pois roer as unhas é praticamente garantido durante esse ótimo filme que mescla suspense policial e ação.

O filme traz Liam Neeson (Busca Implacável) vivendo o agente federal Bill Marks enfrentando  o maior desafio da sua vida: lidar com um ataque terrorista a bordo de um voo entre Nova York e Londres. Caso não paguem a modesta quantia de 150 milhões de dólares o terrorista promete matar um passageiro a cada 20 minutos.

O diretor espanhol Jaume Collet-Serra (A Órfa) conseguiu conduzir a história de maneira surpreendente. Assista e deixe-se surpreender a cada virada da trama. Se você, assim como eu, está acostumado a prever a conclusão da historia antes do fim, esqueça a tradicional previsibilidade dos suspenses dos últimos tempos. Todos são suspeitos e ninguém está livre de ser o próximo alvo.

O filme conta ainda com uma grande participação da premiada Julianne Moore (Amor a Toda Prova).

Com certeza, uma ótima opção para ver no feriado (e em qualquer época também!).

Cerimônia aconteceu neste domingo (16), em Londres.
"Gravidade" liderou ranking de premiações, ganhando em seis categorias.

 

Do G1

 

O filme "12 anos de escravidão" ganhou o prêmio de melhor filme no British Academy Film Awards (Bafta), a premiação de cinema mais importante do Reino Unido, neste domingo (16). A produção retrata a escravidão americana após a Guerra Civil e é baseada na história real de Solomon Northup, um homem livre enganado e vendido como escravo em plantações da Louisiana.

"Há 21 milhões de pessoas em escravidão enquanto estamos aqui sentados. Espero que, a 150 anos a partir de agora, a nossa ambivalência não permita que outro cineasta faça este filme", disse o diretor Steve McQueen na cerimônia de premiação no Royal Opera House, em Londres.

Cate Blanchett segura prêmio de melhor atriz, por 'Blue Jasmine' (Foto: Joel Ryan/Invision/AP)Cate Blanchett segura prêmio de melhor atriz, por
'Blue Jasmine' (Foto: Joel Ryan/Invision/AP)

O filme concorreu com "Gravidade", "Trapaça", "Capitão Phillips" e "Philomena".

Chiwetel Ejiofor, que estrela "12 anos de escravidão", também ganhou o prêmio de melhor ator. Já o prêmio de melhor atriz ficou com Cate Blanchett, por sua atuação em "Blue Jasmine".

O ator somali-americano Barkhad Abdi foi premiado como melhor ator coadjuvante em sua estreia, em "Capitão Phillips". Jennifer Lawrence levou a estatueta de melhor atriz coadjuvante por sua interpretação em "Trapaça" - filme que levou o prêmio de melhor roteiro original.

Porém, foi "Gravidade", de Alfonso Cuarón, que liderou o ranking de premiações. A produção ganhou em seis das 11 categorias que concorreu, incluindo os de melhor filme britânico, efeitos especiais, fotografia e música original. Cuarón ainda ganhou o Bafta de melhor diretor.

O filme italiano "A grande beleza", de Paolo Sorrentino, ganhou a categoria de melhor filme estrangeiro, e "Frozen - Uma Aventura Congelante", o de melhor animação.

Chiwetel Ejiofor segura o prêmio de melhor ator (Foto: Joel Ryan/Invision/AP)Chiwetel Ejiofor segura o prêmio de melhor ator
(Foto: Joel Ryan/Invision/AP)

A cerimônia contou com a presença de diversos nomes do cinema britânico e mundial, como Leonardo DiCaprio, Judi Dench, Tom Hanks e o casal Angelina Jolie e Brad Pitt.

O príncipe William também participou da cerimônia para entregar o Bafta honorário à veterana atriz britânica Helen Mirren, que interpretou no cinema e no teatro sua avó, a rainha Elizabeth II, em um dos momentos mais esperados da noite.

O Bafta é o último grande prêmio de cinema antes do Oscar, que será entregue no próximo dia 2 de março em Los Angeles, nos Estados Unidos. 

 

 

 

 

 

Veja a lista dos vencedores do Bafta 2014:         

- Melhor filme
"Doze anos de escravidão", de Steve McQueen

- Melhor diretor
Alfonso Cuaron ("Gravidade")

- Melhor atriz
Cate Blanchett ("Blue Jasmine")

- Melhor ator
Chiwetel Ejiofor ("Doze anos de escravidão")

- Melhor atriz coadjuvante
Jennifer Lawrence ("Trapaça")

- Melhor ator coadjuvante
Barkhad Abdi ("Capitão Phillips")

- Melhor filme em língua estrangeira
"A grande beleza", de Paolo Sorrentino

- Melhor atriz/ator em ascensão
Will Poulter

- Melhor roteiro original
David O. Russell ("Trapaça")

- Melhor roteiro adaptado
Steve Coogan, Jeff Pope ("Philomena")

- Melhor filme britânico
"Gravidade", de Alfonso Cuaron

- Melhor documentário
"O ato de matar", de Joshua Oppenheimer

- Melhor filme de animação
"Frozen - uma aventura congelante", de Chris Buck e Jennifer Lee

Fonte: do portal G1, SP(Com informações da Reuters e da EFE). Link: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2014/02/12-anos-de-escravidao-ganha-premio-de-melhor-filme-no-bafta.html

Da Editora Intrínseca

 

Sophie Nélisse é a estrela do filme A menina que roubava livros, que estreia em 31 de janeiro, nesta sexta nos cinemas do Brasil. O filme é baseado no livro do australiano  Markus Zusak, que é amado por muitos brasileiros.  Adolescentes e adultos de todas as idades e do mundo inteiro se emocionaram com a história da pequena jovem que ganhou o respeito da Morte. Segundo a editora Intrínseca, o autor ficou muito feliz com o resultado da adaptação cinematográfica de sua obra. Aproveite o último dia de férias e vá conferir a história do livro nas telonas.

Veja abaixo a entrevista com ela sobre o desafio de interpretar a personagem Liesel na adaptação cinematográfica:

Por Joe Utichi – www.joeutichi.com

O coração do inspirador romance de Markus Zusak A menina que roubava livros é uma garotinha curiosa. O “crime” de Liesel Meminger (descrita como ladra no título original, The Book Thief) – um fascínio por livros e um desejo de possuir a própria coleção – é leve se comparado aos cometidos no mundo em que vive. A garota não consegue entender o turbilhão de eventos que vivencia quando a guerra eclode e ela descobre que um homem chamado Hitler é responsável por destroçar sua família.

Mas à medida que seu pai adotivo, Hans Hubermann, a ajuda a decifrar as páginas dos livros que pelos quais ela fica tão ávida, e quando ela descobre um amigo no novo hóspede escondido no porão da casa dos Hubermann, Max, a vida de Liesel começa a mudar. Mesmo nos momentos mais sombrios, a menina que rouba livros descobre o poder das palavras e como elas podem mudar o mundo.

Ao adaptar o romance de Zusak para o cinema, o diretor Brian Percival sabia que seria necessário um modelo especial de atriz que estivesse à altura de lidar com o mar complexo de emoções que a jovem Liesel experimenta ao longo da história. Ele se dedicou a uma busca longa, que incluiu centenas de crianças do mundo inteiro, para conseguir achar a Liesel perfeita. Só podia existir uma.

“Diria que vimos cerca de mil garotas”, explica ele. “Conhecemos algumas meninas em Los Angeles, em Londres e por toda a Europa. Assistimos aos vídeos enviados por elas, tivemos diretores de elenco preparando testes por todo o mundo e fizemos testes de câmera com algumas australianas e uma menina de Los Angeles.”

Como a maioria dos autores cujo trabalho está sendo adaptado para o cinema, Markus Zusak não se envolveu ativamente no processo de seleção do elenco, apesar de sempre ter sido atualizado sobre a situação dessa busca. Foi por acaso que decidiu ver um filme franco-canadense chamado Monsieur Lazhar e se viu cara a cara com a própria personagem. “Me lembro de ter dito à minha mulher: ‘Olhe, essa aí é a Liesel.’”

A menina que ele tinha visto, Sophie Nélisse, capturava de modo perfeito o espírito da garota que ele criara em A menina que roubava livros. “Ela estava ótima no filme, é impossível pensar em outra pessoa para interpretar Liesel depois de vê-la.”

Zusak entrou de imediato em contato com os produtores do filme, que levaram Nélisse para fazer um teste de câmera. “Senti que havia algo muito especial nela quando a vi”, diz Percival. “Sophie tem uma vivacidade impressionante. Quando alguém olha para ela, e a vê atuando, percebe que ela realmente sabe o que está fazendo. Acontece alguma coisa por trás daqueles olhos, e por isso, sem a menor dúvida, a achei perfeita para o papel.”

Mas a supertalentosa Nélisse tem outros interesses além de atuar. Ela é uma ginasta de alto desempenho e estava treinando duro todos os dias, visando uma vaga nos Jogos Olímpicos de 2020. Quando os produtores ofereceram a ela o papel de Liesel, Nélisse teve que tomar uma decisão difícil. “Se eu fizer o filme, não vou poder ir aos Jogos”, pensou. Fazer o filme significaria quatro meses afastada de um regime de treinos diários.

“Então pensei: não posso recusar isso, é uma coisa muito legal”, admite ela. “Por isso escolhi abrir mão da ginástica. Ela sempre vai fazer parte de mim, mas atuar é mais divertido e exige menos do corpo!”

Os atores bem mais experientes Geoffrey Rush e Emily Watson foram escalados para os papéis de Hans e Rosa Hubermann, os pais adotivos de Liesel. Os dois concordam que Nélisse tem um talento natural para a interpretação e ficaram maravilhados com sua dedicação. “Sophie tem uma disciplina inacreditável”, diz Watson. “Seu foco é impressionante, e ela possui um autocontrole incrível. Esses são detalhes que passam despercebidos, mas ela também tem uma presença muito instintiva, natural. Ela não precisa que lhe digam o que fazer. Ela reage, você vê isso em seu rosto, e é algo que não se pode fingir.”

“Ela é brilhante longe das câmeras”, acrescenta Rush. “Mas, diante delas, Sophie parece quase ser um filósofo existencialista, sempre na sua, vivendo um dia de cada vez. Ela lida com questões delicadíssimas, mas há coisas muito sutis, lindas, interessantes acontecendo em sua mente. A câmera simplesmente a adora.”

Percival diz que não subestima a complexidade de interpretar Liesel. “Ela está o tempo todo passando dos onze aos doze e aos quatorze anos”, diz ele, “e isso acontece diariamente. Há uma diferença muito sutil entre ter doze anos e depois quatorze, mas é algo notável.”

Mas, para Nélisse, esse é um desafio que ela aceitou prontamente. No set de filmagens, numa manhã nevada de fevereiro nos estúdios Babelsberg, na Alemanha, ela fala sobre seu papel.

Do que você mais gosta em interpretar Liesel?

Bem, ela é muito forte e divertida de interpretar porque experimenta várias emoções. No início, ela estava pensando: “Estou com um pouco de medo e um pouco intimidada”, mas, conforme o filme avança, ela fica mais forte e corajosa. Então descobre o amor e desenvolve uma ligação especial com Max… Liesel passa por muitas coisas. É tão maravilhoso vivê-la, porque não é um papel fácil, mas é incrível de interpretar.

Você vê semelhanças entre você e Liesel?

Ela é uma lutadora, um pouco como eu. Não desisto quando quero alguma coisa. Ela é corajosa e também nunca desiste, é bem parecida comigo.

Como é trabalhar com Emily Watson e Geoffrey Rush?

Os dois são muito bons porque são profissionais, e eu posso aprender bastante com eles. O modo como trabalham, como atuam e toda a preparação que fazem para as cenas são inspiradores. Às vezes eles me dão conselhos, o que acho ótimo. É muito divertido, e também uma oportunidade de ser meio que mimada todo dia por estar ao lado deles.

Que tipo de filme você acha que vai ser?

Acho que é um filme inspirador porque, por mais que fale sobre a guerra, não é depressivo. É triste por causa de tudo o que aconteceu, mas é meio que outra forma de enxergar as coisas. As palavras são vida. Liesel aprende a ler e sobrevive por causa disso. Isso também se aplica à gente; se você está passando por dificuldades, pode ver o lado bom da vida. E, devido às palavras, Liesel enxerga o mundo de um modo mais bonito.

Você lê muito?

Gosto dos livros de que eu gosto. Quer dizer, sabe quando as pessoas não gostam de um livro mas vão até o fim e dizem: “É, ele era ruim”? Se eu tenho que ler um livro ruim, penso: “Isso é chato, não vou ler mesmo.” Se o livro for bom, leio muito, muito rápido e digo: “Legal, quero ler o outro.” Se for ruim, levo uns dez anos para ler!

Quais são seus livros favoritos?

Gosto muito de livros no formato de diários, coisas de menina. Mas minha melhor amiga me mostrou um livro de que eu gostei. No início não achei que fosse meu estilo. Era uma espécie de mistério/fantasia sobre animais chamada Fableheaven. É muito legal. Eu gostei bastante e li todos os quatro volumes. Os livros são grandes, mas tão bons que se tornaram meus favoritos.

Como foi estar em Berlim?

É legal fazer a filmagem em Berlin. É muito divertido e dá para aprender um pouco, já que o filme também é ambientado na Alemanha. Você pode aprender mais com o filme porque está no lugar em que ele se passa.

Você fala alemão?

Sei contar até 100. Aprendi a dizer “Tchüss,” “Hallo,” “Wie geht es dir?”, “Mir geht es gut.” Algumas palavras. Mas acho que não vou falar alemão depois de quatro meses aqui!

De que você mais gosta em atuar?

Gosto de interpretar um papel que seja bem diferente de mim e experimentar coisas novas. É maravilhoso viver um personagem e realmente ser esse personagem. É difícil — é um trabalho —, mas também é muito divertido, e depois eu posso me ver e dizer: “Eu experimentei isso”, o que é legal.

Você vê muitos filmes?

Sim. Filmes não são como livros, por isso, mesmo quando são chatos, mesmo quando são ruins, eu vejo até o final. Sei que isso é bobo, mas gosto de filminhos toscos. Meu pai fala: “Por que você vê essas coisas idiotas?” E eu rio de mim mesma porque continuo assistindo, mas eu gosto de todos os tipos de filme.

Com que atores você mais gostaria de trabalhar?

Gosto muito do Johnny Depp porque achei ele engraçadíssimo em Piratas do Caribe. Talvez Jessica Chastain, ela é ótima. Há muitos atores bons. Gostaria de trabalhar com a maioria deles, pois todos têm muitas coisas a me oferecer.

Você decidiu investir na carreira de atriz?

Sim. A menos que as pessoas parem de gostar de mim e não me contratem! Mas, enquanto eu tiver oportunidade, vou continuar nesse caminho.

 

Fonte: da Editora Intrínseca. Link: http://www.intrinseca.com.br/blogdasseries/2014/01/a-menina-que-roubava-livros-apresentando-sophie-nelisse/

Do Adoro Cinema

 

Lançamento 17 de janeiro de 2014 (sexta-feira). Disponível também em 3D
Dirigido por Barry Cook
Com Justin LongJohn Leguizamo
Gênero Animação , Família
Nacionalidade

Reino Unido , EUA , Austrália

 

Em plena era dos dinossauros, quando estes gigantescos seres dominavam a Terra, um pequeno filhote luta para sobreviver em meio às ameaças da natureza. Já crescido, ele é separado dos pais e obrigado a confrontar uma realidade dura em que se luta o tempo todo pela sobrevivência. Não fosse o bastante, terá que lidar com uma rivalidade com o irmão, que é bem mais forte que ele.

 

 

Crítica por Lucas Salgado do Adoro Cinema (adorocinema.com)

Buscando reforçar a qualidade da animação que viria em seguida, Caminhando com Dinossauros começa sua ação destacando atores reais na pele de um paleontólogo e seus dois filhos. Os personagens são mal desenvolvidos, com estereótipos da menininha empolgada e do típico adolescente, mas ao mesmo possuem pouco tempo em cena. Logo, a trama é jogada para milhões de anos antes, com os dinossauros povoando a Terra.

Caminhando com Dinossauros - FotoNarrada por um pássaro bem inspirado (dublado originalmente por John Leguizamo, a história gira em torno de Patchi Justin Long, um dinossauro que é o menor dentre seus irmãos, mas que é marcado por uma grande curiosidade, desde o início tentando sair do ninho para explorar o mundo.

Quando chega a hora de migrar durante o inverno, Patchi vê sua manada ser atacada por outros ferozes animais e testemunha a perda do pai e a separação da mãe e da maioria dos irmãos. Ao lado do irmão mais velho (e mais forte) e de uma amiga, ele continua seguindo a manada.

A trama é bem infantil, sendo quase que um encontro entre Em Busca do Vale Encantado e Procurando Nemo, com o jovem dinossauro possuindo uma deficiência que o distingue dos demais (um buraco na cabeça). 

Caminhando com Dinossauros - FotoO longa, ao menos, é honesto e abraça este lado infantil e oferece até mesmo uma vertente mais didática. Para terem uma ideia, as espécies são apresentadas na tela através da narração e de legendas, que destaca características e nome científico. Além de ensinar, o filme assume uma postura moderna, usando a narrativa para passar informações de certa forma técnicas.

Contando com efeitos especiais impressionantes e um 3D bastante eficaz, Caminhando com Dinossauros é uma obra eficiente, embora ofereça muito pouco a seu expectador. A narrativa é previsível e o humor é bem simples. Ainda assim, funciona para seu público e até se arrisca um pouco no romance. É bonitinho ver um dinossauro encantado por uma garota pensando algo como: "Ela gosta do meu buraco na cabeça." 

Além da bela animação, o longa oferece cenários absolutamente deslumbrantes, abusando de tomadas aéreas. A narração interativa dá o tom cômico, enquanto que o roteiro investe em algumas referências cinematográficas. 

Aproveite as férias de verão e vá curtir uma animação com toda a família!

 

 

'Animais fantásticos e onde habitam' marcará estreia como roteirista.

 

Do G1

 

A autora de "Harry Potter", J.K. Rowling, anunciou nesta quinta-feira (12) que está escrevendo uma série de filmes ambientada no mundo mágico do menino bruxo britânico.

O primeiro filme se chamará "Animais fantásticos e onde habitam" e será baseado em um livro de mesmo nome utilizado por Harry e por seus amigos na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, informou Rowling em sua página do Facebook.

Ambientado em Nova York e tendo como protagonista Newt Scamander – o autor do livro –, este filme da Warner Bros. marca a estreia de Rowling como roteirista, dois anos após o último filme da série de oito partes criada a partir de seus sete livros sobre Harry Potter.

"Eu sempre disse que só iria revisitar o mundo dos bruxos se eu tivesse uma ideia que realmente me animasse, e é essa", afirmou a escritora de 48 anos.

Ela apresentou a proposta para a Warner Bros depois que o estúdio americano sugeriu transformar "Animais fantásticos" em um filme. "Eu achei que era uma ideia divertida, mas a ideia de ver Newt Scamander, o suposto autor de 'Animais fantásticos', sendo criado por outro escritor era difícil", escreveu ela.

"Depois de viver por tanto tempo no meu próprio universo ficcional, me sinto muito protetora em relação a ele e já sabia muito sobre Newt", explicou. "Como os fãs hardcore de Harry Potter sabem, eu gostava tanto dele que casei seu neto, Rolf, com uma das minhas personagens favoritas da série 'Harry Potter', Luna Lovegood", disse.

E acrescentou: "Apesar de ser ambientado na comunidade mundial de bruxas e bruxos, onde eu fui feliz por 17 anos, 'Animais fantásticos e onde habitam' não é um prólogo ou uma sequência da série Harry Potter, mas uma extensão do mundo de magia".

"As leis e os costumes da sociedade mágica secreta serão familiares a qualquer um que tenha lido os livros de Harry Potter ou que tenha assistido aos filmes, mas a história de Newt começará em Nova York, 70 anos antes da história de Harry nascer."

Rowling, que já vendeu mais de 450 milhões de cópias dos livros de Harry Potter, tem se mantido ocupada desde a publicação do último livro da série, em 2007. Ela publicou seu primeiro romance para adultos, "Morte súbita", no ano passado – e em julho foi desmascarada como a verdadeira autora do aclamado romance policial "The Cuckoo's calling", publicado sob o pseudônimo de Robert Galbraith.

Com uma fortuna estimada em 560 milhões de libras (US$ 885 milhões, 666 milhões de euros), Rowling é a 156ª pessoa mais rica da Grã-Bretanha, segundo a Sunday Times Rich List.

 

Fonte: do G1, da AFP. Link: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/09/jk-rowling-vai-escrever-filmes-passados-no-mundo-de-harry-potter.html

Filme com os dois astros como protagonistas Sylvester Stallone e Robert De Niro traz referências a filmes antigos dos atores.

 

Do G1 

 

O lendário ator Robert de Niro, que nos anos 1980 fez do boxe um mito com o filme "O Touro Indomável", e Sylvester Stallone, que surgiu para o estrelato com "Rocky", voltam ao ringue mais de 30 anos depois dessas estreias para lutar seu último combate em "Ajuste de Contas", que estreiou no Natal  de 2013nos Estados Unidos.

Ao longo do filme os espectadores não poderão evitar comparar e perceber que Stallone e De Niro já não são tão jovens nem fortes como décadas atrás, quando romperam com murros as bilheterias da grande tela; mas verão que agora contam com a experiência dos anos e representam outro tipo de papel.

O filme, dirigido por Pete Segal, mostra dois pugilistas já aposentados. Stallone interpreta Razor, com problemas econômicos e um passado que ainda não conseguiu deixar para trás, enquanto De Niro encarna outro boxeador, o orgulhoso The Kid, que por trás de sua altivez também têm assuntos pendentes.

No filme, os dois velhos rivais no boxe se enfrentam em uma série de combates, cada um ganha uma luta, mas, na terceira e definitiva, um deles, Razor, se retira sem explicar por que abandona sua profissão antes que haja um vencedor.

Passados 30 anos, quase o mesmo tempo que passou desde a estreia no ringue de Stallone e De Niro, os rivais decidem retomar o combate final de suas carreiras profissionais.

"Eu sou como sou hoje graças ao que fui e me considero muito afortunado porque após 30 anos ainda seguimos aqui", declarou Robert De Niro, que já tinha atuado com Stallone em "Copland".

Além disso, o diretor do filme, Pete Segal, ressaltou que "todos os atores do elenco" são os que ele quis "desde o primeiro momento".

"Desde o princípio soube que este filme devia ter Sylvester Stallone para que valesse a pena", completou De Niro.

Em um tom cômico, com referências constantes aos filmes "O Touro Indomável" e "Rocky", o eixo de "Ajuste de Contas" não se centra nos sucessos ou desgraças de um boxeador no ringue, mas nas frustrações e sonhos de dois pugilistas que já tiveram seu auge.

"O objetivo primordial do filme não era o boxe, mas contar uma história que falasse de sentimentos e motivação enquanto se conta uma história interessante de um modo divertido e descontraído", ressaltou o diretor.

Na mesma linha, Stallone avaliou que "Ajuste de Contas" encoraja o público a "não render-se nunca" e "aprender que seu inimigo também é a pessoa que te motiva para converter-se em algo melhor".

Além disso, completando o elenco, a atriz Kim Basinger interpreta um papel-chave ao reviver as velhas paixões dos pugilistas, enquanto outros atores como Alan Arkin e Kevin Hart garantem o alívio cômico.

"Me imaginava como uma 'groupie' que estava com duas estrelas de rock e que no final se apaixonava por um", explicou Kim Basinger, que acredita que a "determinação" de seu personagem é fundamental para abrir o coração e mostrar o lado sensível dos protagonistas.

Como concluiu Stallone, a princípio o público pensará em "O Touro Indomável" e "Rocky", mas logo se dará conta que "isto é outra história com fantásticos artistas". 

 

O Filme estreia nesta sexta (10) nos cinemas do Brasil

 

Fonte: do G1 (da EFE) Link da matéria: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/12/de-niro-e-stallone-voltam-aos-ringues-em-ajuste-de-contas.html

O crítico Miguel Barbieri Jr. selecionou algumas das produções mais bem avaliadas

 

Da Revista Veja, SP

 

 A seleção é feita com base nos filmes que estrearam nos últimos três meses e os comentários são do crítico de cinema Barbieri.  Alguns dos filmes citados, como Gravidade, por exemplo já não estão em cartaz em todos os cinemas do Brasil. Mas vale marcar na lista para assistir em dvd mesmo.

 

Gravidade

Não é à toa que o novo longa-metragem do mexicano Alfonso Cuarón anda arrancando elogios da crítica e, desde já, vem sendo apontado como um dos favoritos ao Oscar 2014. O diretor consegue algo muito difícil: realizar um filme em que os atores flutuam na maior parte de seus enxutos noventa minutos, numa trama de poucos diálogos e nada arrastada. Nela, dois astronautas tentam consertar um ônibus espacial pelo lado externo. Junto do experiente Kowalski (George Clooney), a novata Ryan Stone (Sandra Bullock) sente enjoos no ar. Um aviso da Nasa os alerta sobre os perigos dos destroços de um satélite que vêm em direção a eles. Sem chance de encontrar abrigo, a dupla perde contato com a Terra. Embora a história de Gravidade pudesse ser contada de várias maneiras, sua grande virtude está em dar ao espectador a experiência de vivenciar o temor dos personagens diante da tela (de preferência, numa projeção em 3D). Trata-se de cinema em sua forma absoluta, como não se via nas produções americanas fazia muito tempo. Num mix hipnótico, a narrativa vai da contemplação — com um belíssimo plano-sequência na abertura — à ação enérgica. 2001 — Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick (1968), e Guerra nas Estrelas (1977), de George Lucas, revolucionaram, cada um à sua maneira, as fitas espaciais. Talvez seja uma afirmação precipitada, mas o fenomenal trabalho de Cuarón tem qualidades à altura para também se tornar um marco histórico. Estreou em 11/10/2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capitão Phillips 

Em abril de 2009, o comandante americano Richard Phillips (Tom Hanks) é incumbido de levar um navio de contêineres do porto de Omã ao Quênia. Ele lidera a tripulação com ordens rígidas e fica apreensivo quando percebe que piratas estão vindo em direção ao cargueiro. Embora seus homens sejam ágeis, quatro criminosos somalis conseguem invadir a embarcação e, armados, fazem Phillips e seus subordinados reféns. Se em seus quinze minutos iniciais o roteiro explora um ameno clima de suspense, o restante da história será capaz de fazer a plateia suar na poltrona. Nas mãos de um quarteto sem nada a perder, o protagonista tenta driblar a experiência do líder, Muse (Barkhad Abdi), para ganhar tempo e proteger seus tripulantes. Um dos mais certeiros diretores da atualidade, o inglês Paul Greengrass (de Voo United 93 e O Ultimato Bourne) tem pleno domínio técnico em seu sufocante registro de uma história real encenada com ares documentais. A tensão só aumenta conforme a trama avança. Na derradeira cena, Tom Hanks demonstra por que merece receber sua sexta indicação ao Oscar. Estreou em 8/11/2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Blue Jasmine

 No dia 1º de dezembro, Woody Allen completou 78 anos. O produtivo diretor americano bate ponto nas telas quase anualmente e, de 1966 até hoje, realizou 43 longas-metragens para o cinema. Ao lado de Vicky Cristina Barcelona (2008) e Meia-Noite em Paris (2011), Blue Jasmine é um dos mais atraentes da recente safra. Cate Blanchett, em atuação formidável, interpreta a Jasmine do título, uma mulher que se casou com um investidor rico de Nova York (papel de Alec Baldwin) e levava um dia a dia de compras em lojas de grife, jantares elegantes e, vá lá, ações sociais. Quando a comédia dramática se inicia, Jasmine está chegando a São Francisco para passar uma longa temporada na casa da irmã, Ginger (Sally Hawkins). O mundo da socialite desabara e, entre a depressão e a vontade de recomeçar, ela resume a mulher neurótica e fora de prumo. Para explicar como Jasmine perdeu tudo, Allen recorre a flashbacks. O passado de farturas foi trocado, segundo o olhar da protagonista, por um cotidiano desanimador. Para piorar, ela tem atritos com o namorado da irmã, um mecânico brucutu (Bobby Cannavale). A experiência de vida do realizador conta em cada segundo da história. Na abordagem dos relacionamentos conjugais, a trama trata da traição de variadas formas e, seja no riso nervoso, seja no drama pessoal, Allen continua afiado. Estreou em 15/11/2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vida Secreta de Walter Mitty

 Entre as comédias dirigidas por Ben Stiller estão os divertidos Zoolander (2001) e Trovão Tropical (2008). A Vida Secreta de Walter Mitty é sua quinta incursão atrás das câmeras. O talento dele se faz presente nessa aventura de acento cômico e lances comoventes. Stiller, na pele do protagonista, Walter Mitty, trabalha no departamento de negativos da revista Life, em Nova York. Leva uma vida burocrática e, à procura de uma namorada, sente-se atraído pela colega Cheryl (Kristen Wiig). Em constantes devaneios, imagina-se um herói do cotidiano. Mas a fantasia vai virar realidade quando Mitty perde uma imagem e decide ir atrás do fotógrafo aventureiro Sean O’Connell (Sean Penn). O roteiro revela-se em sintonia com a realidade da imprensa — no filme, a Life vai parar de publicar a revista, migrar totalmente para a internet e, provavelmente, Mitty e seus amigos ficarão desempregados. Antes disso, ele vai realizar o que sempre quis, mas nunca teve coragem, como embarcar num pesqueiro na Groenlândia e subir o Himalaia. Acompanhar as mudanças do personagem traz um misto de alegria e esperança por mostrar que uma pessoa comum consegue fazer a diferença no mundo. Estreou em 20/12/2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frozen - Uma Aventura Congelante 

Depois de Aviões, um desenho que agradou mais aos meninos, a Disney volta com uma graciosa animação destinada às garotas. A história enfoca a trajetória de duas princesas. Elza, a primogênita, possui o dom de transformar em gelo tudo o que toca. Ao ser coroada, tem seu poder revelado para o povo do reino nórdico de Arendelle. Assustados, os habitantes pensam se tratar de bruxaria. Elza escapa de lá e refugia-se nas montanhas nevadas. Espevitada e destemida, sua irmã, Anna, precipita-se em ir atrás dela e deixa o trono aos cuidados de seu noivo. Na perigosa jornada, a jovem conhece um novo pretendente, o vendedor de gelo Kristoff. A cantoria, por vezes excessiva, e a aventura romântica à moda antiga remetem aos clássicos do estúdio do Mickey. Contudo, a técnica mantém o padrão de qualidade atual espalhando cores e efeitos em 3D para fascinar a criançada. Embora os personagens humanos sejam os protagonistas, roubam a cena a rena de Kristoff e o boneco de gelo, dublado na medida certa por Fábio Porchat. Estreou em 3/1/2014.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: da Revista Veja, SP. Link para conferir matéria na íntegra: 

http://vejasp.abril.com.br/materia/os-melhores-filmes-em-cartaz?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp 

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