Saúde & Bem-estar

Saúde & Bem-estar (10)

Os dias frios chegaram e a combinação de ar seco, janelas fechadas e cobertores recém-tirados do armário vira um pesadelo para quem sofre de alergia respiratória. Se é o caso do seu filho, saiba como protegê-lo

 

Da Revista Crescer

 

Não tem jeito: a queda brusca de temperatura e a baixa umidade sensibilizam as vias aéreas,  enquanto ácaros e outros fatores que provocam alergia saem do fundo do guarda-roupa. Está feito o estrago! O nariz entope, a respiração fica difícil e o mal-estar é geral. Tudo por causa de uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma substância presente no ar – mofo, ácaro, pelos de animais ou pólen – que não é potencialmente nociva à maioria das pessoas. Embora se trate de um problema crônico, é possível aumentar os intervalos entre as crises. É só caprichar na prevenção e zelar para que seu filho respire aliviado. Veja de que maneira, a seguir.

Como a crise se manifesta?


Em forma de asma ou rinite. As duas são provocadas pelos mesmos fatores e podem ocorrer combinadas ou não A rinite compromete a região nasal, por isso, a criança espirra muito e fica com o nariz congestionado, vermelho, comcoceira e coriza constantes. Já a asma agride o pulmão, ocasionando tosse, chiado no peito, falta de ar e, por consequência, bastante cansaço.

O que favorece as alergias?


Além da hereditariedade, a falta de leite materno nos primeiros 6 meses de vida pode afetar o  desenvolvimento da imunidade, tornando o bebê mais suscetível. Manter o ambiente fechado, úmido, com pó ou presença constante de animais pode facilitar a concentração de ácaros, mofo e pelos. Já o ar seco e frio, a fumaça de cigarro, os produtos com cheiro forte, as gripes e os resfriados são considerados fatores agravantes.

Quais são as medidas de prevenção?
 

Vale lavar e, se possível, secar ao sol não só as peças de frio que ficaram guardadas no armário, mas também os brinquedos e as roupas do dia a dia. Assim, você evita o acúmulo de pó e a proliferação de germes. Procure trocar lençóis, travesseiros e cobertores com frequência– no mínimo, uma vez por semana – e, na hora de comprar artigos novos, dê preferência aos produtos antialérgicos. O dormitório é um dos lugares em que a criança permanece por mais tempo, por isso, merece cuidado especial. Instale seu filho no cômodo mais ensolarado e arejado e abra mão de carpetes, cortinas e bichos de pelúcia. Se a decoração já estiver montada, capriche na limpeza diária e não deixe que o animal de estimação frequente o espaço. Evite fumar dentro de casa, mesmo que seja na varanda ou distante da criança. O cigarro irrita a mucosa nasal e prejudica os pulmões infantis, ainda que em pequenas quantidades de fumaça.Umidificadores, por mais que compensem o ar seco, também são contraindicados, pois colaboram com a proliferação do mofo.

Como fortalecer as defesas do organismo?


Deixe seu filho bem hidratado e alimentado, para manter o sistema imunológico intacto. E vacine-o contra gripe, para eliminar um fator de risco.

Se meu filho tiver alergia, o que devo fazer?

Caso o quadro seja de rinite, o ideal é umidificar a área nasal com soro ou mantendo próximo um pano úmido; arejar o ambiente, se estiver fechado; e procurar um médico, para que ele avalie as condições da criança e prescreva um antialérgico adequado. Caso os sintomas sejam típicos de asma, como ter dificuldade para respirar, é necessário ir imediatamente ao pronto-socorro, especialmente se a criança ainda não estiver em tratamento contínuo. Lá, os especialistas vão analisar o grau de complicação e receitar o tratamento apropriado.

Como proceder se os episódios forem recorrentes?


Ainda que o seu filho tenha tido apenas uma crise, é preciso que ele comece a receber acompanhamento médico. O profissional explicará à família quais medidas ajudam a evitar que o problema se repita e a melhor maneira de lidar com a situação, quando ela for inevitável. Há, por exemplo, a opção de usar as bombinhas de medicamento, aplicadas por via oral, no caso da asma, e nasal, no da rinite. A vantagem dessa alternativa é que acarreta menos efeitos colaterais. Para os asmáticos, a substância utilizada no tratamento costuma pertencer à classe dos broncodilatadores que, como o nome sugere, dilata os brônquios, facilitando a respiração. Para o controle da rinite, o mais comumé o uso de corticoides e anti-histamínicos, que neutralizam os efeitos do processo alérgico. É fundamental deixar claro que o tratamento contínuo diminui a frequência e a intensidade das crises, mas a medida mais eficiente é impedir o contato do paciente com as substâncias causadoras da alergia.

 

Fonte: da Revista Crescer, por Adriana Toledo e Giovanna Maradei. 

Link: http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2014/04/temporada-de-tosses-e-espirros.html

Dose ajuda proteger contra o câncer de colo de útero.
Público-alvo serão as meninas de 11 a 13 anos.

 

Do G1

 

A partir desta segunda-feira (10), o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) para meninas de 11 a 13 anos, em postos de saúde e em escolas públicas e privadas de todo o país.

A dose, que ajuda a proteger contra o câncer de colo do útero, estará disponível nos 36 mil postos de saúde da rede pública durante todo o ano, de acordo com o ministério. Em 2015, o público-alvo serão as meninas de 9 a 11 anos e, a partir de 2016, a ação ficará restrita às meninas de 9 anos.

Para garantir proteção completa, a imunização ocorrerá de forma estendida, em três doses. A segunda aplicação deve ser feita 6 meses depois da primeira e a terceira, 5 anos depois.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país.

Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 

Vacinação nas escolas
Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.

Arte HPV - vale este (Foto: G1) 
 
 
 
 
 
 
 

Os efeitos de tocar instrumentos musicais ainda quando criança estimulam o cérebro até a idade adulta

 

Da Revista Pais e Filhos

 

Os adultos que costumavam tocar algum instrumento na infância, mesmo que não façam mais isso há décadas, respondem mais rápido aos sons da fala, diz pesquisa. E quanto mais tempo praticando, mais rápido o cérebro fica.

A revista “The Journal of Neuroscience”, publicada semanalmente pela Sociedade de Neurociência, observou 44 pessoas entre 50 e 70 anos. Os voluntários ouviram uma sílaba da fala sintetizada, “da”, e enquanto isso os pesquisadores observavam a área do cérebro com processos de informação do som, o tronco encefálico.

Apesar de nenhum dos participantes terem tocado algum instrumento nos últimos 40 anos, os que estudaram música por um período entre 4 e 14 anos, começando na infância, responderam mais rápido aos sons do que os que nunca estudaram música.

Habilidades duradouras

Quando as pessoas crescem geralmente elas experimentam mudanças no cérebro que comprometem a audição. Por exemplo, a mente dos mais idosos demoram mais para responder a mudanças rápidas de sons, o que é importante para interpretar falas.

Pode ser que aprender a tocar um instrumento musical ainda na infância causa alterações na mente que não mudam mais ao longo da vida. Ou, de algum jeito a música clássica prepara a mente para o futuro aprendizado auditivo, dizem os pesquisadores.

Outra pesquisa da mesma equipe descobriu que os adultos mais jovens seriam melhores ouvintes se eles tivessem estudado algum instrumento quando criança. Os especialistas também acreditam que o treino musical, com ênfase nas habilidades de ritmo, exercitam o sistema auditivo.

Mas esses estudos são relativamente pequenos e não podem dizer com certeza se é apenas o treino musical que vai estimular esses efeitos. Mas é indiscutível que as crianças que tem a possibilidade de aprender a tocar instrumentos, o que pode ser bastante caro, talvez façam parte de uma parcela privilegiada da população e isso pode ser uma influência.

Comentando a pesquisa, Michael Kilgard, da Universidade do Texas, e que não estava envolvido nos estudos, disse que ser um milissegundo mais rápido pode não parecer muito, mas que o cérebro é muito sensitivo ao tempo e um milissegundo somado agravado sobre milhares de neurônios pode sim fazer diferença na vida dos adultos com idade avançada.

Fonte: da Revista Pais e Filhos. Link: http://revistapaisefilhos.uol.com.br/nossa-crianca/aulas-de-musica-na-infancia-da-um-estimulo-duradouro-para-a-mente?fb_action_ids=10201529534911562&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B303832166415635%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D

Dados foram divulgados pela Sociedade Americana contra o câncer.
Levantamento prevê 1,6 milhão de novos casos este ano no país.

 

Do G1 - Bem Estar

 

O risco de morte por câncer nos Estados Unidos caiu 20% em 20 anos, fato que seria reflexo de uma prevenção maior e avanços no tratamento da doença, de acordo com o último relatório da Sociedade Americana contra o Câncer (ACS), divulgado esta semana.

A mortalidade por câncer caiu ininterruptamente durante esse período, informou a ACS, destacando que os maiores avanços ocorreram em homens adultos negros. Neste grupo, a taxa de mortalidade causada pela doença caiu cerca de 50%.

Mas apesar dos feitos impressionantes, os negros americanos ainda registram a maior incidência de câncer e morte pela doença entre todos os grupos étnicos. De acordo com o relatório, o grupo registra o dobro dos casos com relação aos asiáticos, os menos afetados.

Queda entre homens
De 2006 a 2010, últimas estatísticas disponíveis, a incidência de câncer diminuiu 0,6% ao ano entre os homens e permaneceu estável entre as mulheres. A taxa de mortalidade com esta doença, no entanto, caiu 1,8% ao ano entre os homens e 1,4% entre as mulheres.

A taxa combinada de mortalidade caiu nas últimas duas décadas, passando do nível máximo de 215,1 para cada 100 mil habitantes em 1991 para 171,8 para cada 100 mil em 2010. Essa diminuição de 2% se traduz em 1,34 milhão de mortes evitadas (952.700 homens e 387.700 mulheres) durante o período.

No entanto, a magnitude dessa redução varia significativamente de acordo com a idade, a origem étnica e o sexo dos doentes, passando de uma taxa de mortalidade que continua imutável entre mulheres brancas de 80 anos para uma queda de 55% entre homens negros de 40 a 49 anos. "O progresso que estamos vendo é excelente e inclusive excepcional, mas podemos e devemos torná-lo melhor", disse John Seffrin, presidente da ACS.

"A redução à metade do risco de morte entre os homens negros de 40 a 49 anos em apenas duas décadas é algo extraordinário", destacou, mesmo tendo ressaltado que "a taxa de mortalidade com esta doença continua sendo mais alta entre os negros do que entre os brancos em quase todos os principais tipos de câncer".

Segundo o relatório, "essa disparidade racial na sobrevivência é explicada sobretudo pelas diferenças de tratamento no momento do diagnóstico".

Novos casos em 2014
O relatório da ACS também prevê 1.660.000 novos casos de câncer nos Estados Unidos em 2014, assim como 585.720 mortes - 1.600 por dia causadas pela enfermidade.

Entre os homens, os cânceres de próstata, pulmão e cólon serão a metade de todos os tipos de carcinomas diagnosticados, enquanto um em cada quatro cânceres será de próstata.

No caso das mulheres, os três tipos de tumores mais comumente diagnosticados em 2014 serão o de mama, o de pulmão e o de cólon, que representarão a metade de todos os casos. O câncer de mama equivalerá a 29% de todos os novos casos de câncer entre as mulheres, segundo projeções da ACS.

Os cânceres de pulmão, cólon, próstata e mama são as principais causas de morte relacionadas com esta doença, representando quase a metade do total de mortes por câncer entre homens e mulheres.

"Atualmente, estamos em um ponto de inflexão na história da medicina do câncer", disse o doutor Ronald DePinho, presidente do MD Anderson Cancer Center em Houston (Texas, sul dos EUA), um dos institutos mais importantes de pesquisas sobre a doença.

"Agora teremos uma profunda compreensão sobre os mecanismos do câncer e avanços tecnológicos que nos permitem tratar muito melhor os pacientes" e detectar antes os tumores, explicou em 2013 durante entrevista à emissora de televisão CNN.

Segundo ele, o avanço mais importante na última década foi a imunoterapia, "nossa capacidade de ensinar ao sistema imunológico do corpo a lutar com eficácia contra as células cancerosas".

 

Fonte: do G1 - Bem Estar (da France Presse). Link da matéria no site: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/01/risco-de-morte-por-cancer-cai-20-em-20-anos-nos-eua-aponta-relatorio.html

Terça, 17 Dezembro 2013 19:17

Fim de ano sem estresse

Escrito por

Da Revista Seleções, por Lisa Fields

 

Se você está se sentindo meio assoberbado este mês, não é à toa. De acordo com um estudo norte-americano, 80% das pessoas ficam na expectativa de uma temporada de festas estressante.

 

“O problema é o efeito cumulativo”, diz Daniel L. Kirsch, Ph.D. e presidente do Instituto Americano do Estresse. “Todos fazem mais coisas estressantes como viajar, gastar dinheiro na compra de presentes e passar mais tempo em companhia de familiares distantes.”

 

 

Médicos e pesquisadores ensinam os outros a administrar o estresse, mas que estratégias usam em suas vidas? Aqui, especialistas revelam o que fazem para desestressar:

 

1 Coma melhor:  Muita gente sobrecarregada pelo estresse come em excesso para se sentir melhor. Por quê? “É a necessidade psicológica de tentar equilibrar, com algo positivo, as frustrações”, diz Brian Wansink, Ph.D., psicólogo alimentar. “Não é fome. Você precisa sentir que está se mimando.” Em seu laboratório de pesquisa alimentar, Wansink descobriu que quem adora lanchinhos e come um quarto da quantidade costumeira, e em seguida se distrai, sente-se igualmente satisfeito e até mais feliz depois de 15 minutos do que quem comeu a porção toda. É um truque que Wansink pratica em casa. “Eu me sirvo de um quarto do que realmente quero e depois retorno um telefonema ou arrumo a gaveta das meias”, diz ele. “O estômago não se lembra de quanto comemos. Ele sabe que você queria chocolate e lhe deu chocolate.”

 

2 Mude o ponto de vista:  Ser positivo em relação a uma situação estressante ajuda a suportá-la com menos esforço. “Pessoas felizes têm probabilidade maior de usar estratégias mais eficazes para lidar com o estresse”, diz Sonja Lyubomirsky, Ph.D., escritora e pesquisadora da felicidade da Universidade da Califórnia. “Quando têm um prazo importante a cumprir, em vez de perguntar: ‘Como é que eu vou dar conta?’, elas dizem: ‘Esse é um desafio e tanto!’” Se tem dificuldade para mudar seu ponto de vista, pergunte a si mesmo se aquilo terá importância dali a um ano. “Tenho quatro filhos, e certa vez a máquina de lavar enguiçou”, diz Sonja. “Não podíamos lavar roupa, e o técnico não podia vir na hora, mas eu sabia que dali a um ano tudo aquilo seria esquecido. Alterar a perspectiva gera menos estresse.”

 

3 Não deixe de dormir:  Há biscoitos a assar e presentes a embrulhar e você vai dormir mais tarde. Mas ficar acordado o deixa suscetível ao estresse. “Quem não dorme o suficiente tem mais dificuldade de lidar com o estresse”, diz o Dr. Joseph M. Ojile, da diretoria da Fundação Nacional do Sono e fundador do Clayton Sleep Institute, em Saint Louis. “O sono tem um valor restaurador que não pode ser substituído.” Ojile lembra que, anos atrás, ele se sentia cronicamente sonolento até se treinar para dormir cedo. “Eu ficava mais irritado e era menos tolerante”, diz ele. “Vivia dizendo a mim mesmo: ‘Não se esqueça de ser gentil.’ Quando um colega de trabalho diz: ‘Não dormi nada ontem à noite’, notamos que ele fica mais irritado e tem uma reação anormal a um nível baixo de estresse.”

 

4 Controle a situação estressante:  Na vida selvagem, o estresse ajuda os animais a sobreviver a situações que fogem a seu controle, como quando um leão os persegue. A pressão arterial dispara e eles têm um surto de adrenalina que os ajuda a fugir. Quando passam pelo estresse, os seres humanos raramente precisam fugir, mas o corpo tem a mesma reação. Com o tempo, as flutuações repetidas da pressão e do nível de adrenalina podem provocar hipertensão, diabetes, ansiedade e depressão, segundo Robert Sapolsky, Ph.D. e professor de neurologia da Universidade Stanford . Assumir o controle de um aspecto do estresse ajuda a torná-lo menos árduo. Sapolsky se sentiu impotente quando o pai estava à beira da morte anos atrás, mas diz que achou útil usar o problema de saúde do pai como exemplo para os alunos e “transformar os estressores psicológicos em aulas tediosas na parte controlada e previsível do meu mundo”.

 

5 Afaste-se da dramaticidade:  Em reuniões de família, muita gente regride aos papéis familiares da infância, o que pode fazer com que até gente feliz e bem-sucedida se sinta insegura e estressada. “Aqueles sentimentos antigos são reacendidos pela mesma casa, as mesmas pessoas, a mesma comida”, diz a psicóloga, escritora e Ph.D. Pauline Wallin. “Meu pai sempre insistiu em me dar conselhos, e não gosto que me digam o que fazer. Quando eu estava com 40 anos, ele sugeria alguma coisa e eu ainda reagia: ‘Por que tenho de fazer tudo o que você diz?’” Se a situação ficar tensa, vá ajudar na cozinha ou respire fundo algumas vezes no banheiro para se acalmar. Quando voltar, finja que está assistindo a um filme sobre a sua família. “Você já viu esse filme, conhece bem o roteiro”, diz ela. “Afaste-se do ambiente emocional em vez de se envolver na dramaticidade.” 

 

Fonte: Revista Seleções Reader's Digest Brasil , 3 de dezembro de 2013. Veja mais no link abaixo: http://www.selecoes.com.br/fim-de-ano-sem-estresse#sthash.Q13effnY.dpuf

Os leitores da Revista Seleções de todo o mundo enviam frases inteligentes e engraçadas que vão parar nas Seções "Rir é o melhor remédio", "Flagrantes da vida real" e 'Ossos do Ofício". Confira algumas abaixo

Rir é o melhor remédio:

O náufrago, no fim de suas forças, consegue nadar até uma ilha deserta. Já esperando, em terra, está sua mulher, aos berros: “Onde você estava? O navio afundou ontem!”   

Tamás Lelovics, Hungria

 

Flagrante da vida real:

Na festa de aniversário de 10 anos de meu sobrinho, 
ficamos impressionados com a quantidade de presentes que ele ganhou. Quando perguntamos de qual havia gostado mais, ele respondeu sem pestanejar:
– Os vinte reais do vovô!

Jean Amorim, Natal (RN)

Ossos do ofício:

Quando eu trabalhava como designer, costumava almoçar num restaurante chinês. Jamais vou me esquecer de um bocadinho de sabedoria que recebi de um biscoito da sorte, certo dia: “Em caso de incêndio, mantenha a tranquilidade, pague a conta, depois corra!”
Borys Patchowsky, no New York Times

Fonte: Revista Seleções Reader's Digest Brasil 2013. Veja mais: http://www.selecoes.com.br/frases-engracadas#sthash.EstzKWQA.dpuf

Do Folha de S.Paulo

 

Dylan Siegel descobriu que seu amigo estava doente. Resolveu escrever um livro para ajudá-lo. O lucro com as vendas iria para a Universidade da Flórida, que trabalha para encontrar a cura da doença de Jonah Pournazarian.

Essa poderia ser mais uma de tantas histórias de amizade. Mas traz algo ainda mais especial: os norte-americanos Dylan e Jonah são crianças.

Menos de um ano após saber da doença do amigo, Dylan, 7, já conseguiu vender mais de 15 mil exemplares e juntar US$ 430 mil (quase R$ 1 milhão) com "Chocolate Bar", escrito e ilustrado por ele. "Escrevi o livro e não sosseguei enquanto minha mãe não fez as cópias", contou Dylan à "Folhinha", por e-mail.

Jonah, 8, sofre de glicogenose. A doença desequilibra a quantidade de açúcar no sangue, causa convulsões e pode levar à morte. Por enquanto, não há tratamento eficaz nem cura, e, por isso, é preciso uma alta quantia em dinheiro para financiar a pesquisa.

Mas Jonah está confiante. Por e-mail, contou que a amizade com Dylan é "antiga": "Ele é meu melhor amigo. Nós nos conhecemos quando eu tinha três anos".

"Chocolate Bar" é barra de chocolate em inglês, mas, para Dylan, também significa "incrível". No livro, diz o que adora, como a Disney. "Tive outras ideias [para arrecadar dinheiro], mas raramente as pessoas escrevem livros para ajudar as outras."

Semanas depois do lançamento, eles já estavam na TV. Uma página no Facebook e umsite ajudaram na divulgação. Dylan quer mais: "Meu objetivo é chegar a US$ 1 milhão".

Fonte: Do Folha de S.Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/11/1368895-garoto-escreve-livro-e-consegue-r-1-milhao-para-ajudar-amigo-que-esta-doente.shtml

Matéria do G1


O Instituto Butantan e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) aplicaram na terça-feira (5) a primeira dose de uma vacina brasileira anti-HIV em quatro macacos rhesus adultos (entre 2 e 7 anos) e saudáveis que vivem no macacário do Butantan.

O objetivo do estudo é encontrar um método seguro e eficaz de imunização contra a Aids para ser usado em seres humanos.

Segundo o professor da FMUSP e pesquisador do Instituto do Coração (Incor) Edecio Cunha Neto, um dos coordenadores do trabalho, serão aplicadas quatro doses nessa primeira fase de testes. Três delas, que serão injetadas a cada 15 dias, contêm a mesma substância (fragmentos de HIV), e a quarta tem como vetor (hospedeiro intermediário) um vírus que causa resfriado, chamado adenovírus 5. Essa última dose será aplicada dois meses após a terceira, o que deve ocorrer em fevereiro. Ao todo, os quatro macacos serão acompanhados por seis meses.

"A combinação do HIV com o vírus do resfriado causa uma resposta imune mais poderosa. Devemos ter os primeiros resultados já em abril. Se essa etapa der certo, a vacina será aplicada em outros 28 macacos do Butantan", diz Cunha Neto.

Imagem vista em microscópio eletrônico mostra célula T H9, em azul, infectada com o HIV, em amarelo (Foto: NIAID/AP)Imagem de microscópio mostra célula em azul
infectada com o HIV, em amarelo (Foto: NIAID/AP)

O imunizante contido na vacina, batizado de HIVBr18, foi desenvolvido e patenteado pela USP.

Segunda fase em 2014
Na segunda fase de experimentos, prevista para o primeiro semestre de 2014, os 28 macacos serão divididos em quatro grupos e receberão duas ou três doses da vacina, com diferentes combinações de três vetores virais (adenovírus 68, que causa resfriados em chimpanzés; vírus da vacina da febre amarela e um derivado da vacina da varíola).

"Os animais não vão se infectar com essas doenças nem com o HIV, pois a vacina inclui apenas pequenos pedaços do vírus e ele não infecta macacos, apenas o SIV (Vírus da Imunodeficiência Símia), 'primo' dele", explica o pesquisador. Segundo Cunha Neto, o SIV passou para os humanos na segunda metade do século 19, não por meio de relações sexuais, como muitos imaginam, mas por caçadores que matavam os macacos e se feriam com ossos deles na hora de cortar pedaços da carne. Cunha Neto diz que isso foi deduzido por meio de um sequenciamento genético dos dois vírus.

A equipe acredita que os fragmentos de HIV contidos na vacina já sejam suficientes para o hospedeiro (macaco) combater uma infecção. Ao todo, os 28 primatas serão acompanhados durante dois anos. Um ano após a aplicação da primeira dose, será possível saber exatamente a resposta imune da vacina, ressalta Cunha Neto. Mas o monitoramento se estenderá por mais 12 meses para verificar por quanto tempo essa imunidade se mantém, se ela é realmente duradoura.

De acordo com o diretor do Butantan, Jorge Kalil, um dos responsáveis pela pesquisa, toda essa fase pré-clínica, de testes em animais, deve se estender até 2016.

"Com a primeira dose que aplicamos ontem, esperamos que os macacos produzam anticorpos chamados linfócitos T auxiliadores (CD4), que serão capazes de se proliferar e favorecer a resposta de defesa", diz Kalil, que iniciou o projeto em 2001.

As próximas doses, segundo o diretor do Butantan, funcionarão como um reforço para aumentar o nível de resposta imune dos macacos. Paralelamente à aplicação da vacina anti-HIV, os pesquisadores vão estudar, in vitro, o plasma sanguíneo e as células dos animais para avaliar o grau de resposta e se a dose pode ser efetiva. Essas amostras de sangue também serão expostas em laboratório a mais fragmentos de HIV.

Segundo Cunha Neto, a partir do momento em que saírem os primeiros resultados no grupo dos 28 macacos, os cientistas pretendem dar entrada, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) – ligada ao Ministério da Saúde –, nos protocolos para início dos ensaios clínicos em humanos.

"Assim, podemos ganhar tempo, pois essa etapa de aprovação costuma demorar um ano. Queremos antecipar esse processo em alguns meses", diz o pesquisador da USP.

Macacário mais seguro
Para evitar investidas de ativistas contra o uso de animais em pesquisas, o macacário do Instituto Butantan teve a segurança reforçada antes do começo dos testes com a vacina anti-HIV. O local ganhou câmeras de monitoramento 24 horas e vigias em mais turnos.

Segundo Cunha Neto, os animais são bem tratados e, ao contrário do que dizem os ativistas, não é possível substituir os macacos por outra coisa para saber se a vacina funciona de fato.

"Para ver se ela causa algum malefício no indivíduo, precisamos testar a dose em um organismo inteiro. E é muito radical achar que os próprios humanos deveriam ser as cobaias. Se a vida desses ativistas um dia estiver em risco e eles precisarem de remédio para hipertensão ou doença cardíaca, duvido que se lembrem disso", afirma o pesquisador.

Macacário do Instituto Butantan em imagem de 2011 (Foto: Maria Teresa Valentini/Instituto Butantan)Macacário do Instituto Butantan em imagem feita em 2011 (Foto: Maria Teresa Valentini/Instituto Butantan)

Um dos macacos que vivem no macacário do Butantan (Foto: Maria Teresa Valentini/Instituto Butantan)Um dos vários macacos rhesus que vivem no Butantan (Foto: Maria Teresa Valentini/Instituto Butantan)


Fonte: matéria do G1, SP por Luna D'Alama - http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/11/primeira-dose-de-vacina-anti-hiv-e-aplicada-em-macacos-no-butantan.html

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Medida começa a valer a partir de 2 de janeiro do ano que vem.
Consumidores também terão acesso a 50 novos procedimentos médicos.


Do G1


Os planos de saúde no Brasil passarão a cobrir mais 37 medicamentos orais para o câncer a partir de 2 de janeiro de 2014. O anúncio da medida foi feito pelo Ministério da Saúde  e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta segunda-feira (21), em Brasília.

De acordo com o governo, a principal vantagem da garantia dos remédios via oral para o câncer é que parte dos pacientes poderão ser tratados em casa, sem terem de ir tanto às clínicas e aos hospitais, minimizando riscos e infecções.

Além dos remédios para o câncer, outros 50 novos procedimentos relacionados ao tratamento de outras doenças devem entrar para a lista de cobertura obrigatória

Na nova cobertura estão incluídos, por exemplo, 28 cirurgias por videolaparoscopia, radiofrequência para tratar dores crônicas nas costas, o uso de medicina nuclear para tratar tumores neuroendócrinos, uma nova técnica de radioterapia para tumores de cabeça e pescoço e o implante de esfíncter artificial para conter incontinências urinárias de homens que tiveram de retirar a próstata.

A iniciativa vai beneficiar cerca de 42,5 milhões de pessoas que contrataram planos de saúde e assistência médica depois do dia 1º de janeiro de 1999 e os beneficiários de adaptações à Lei 9.656/98, segundo o governo. Quem tem um plano apenas de odontologia, aproximadamente 18,7 milhões de consumidores no país, também vai ser beneficiado com a inclusão de procedimentos da área.

A obrigatoriedade da adição dessas novas ações no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, sob responsabilidade da ANS, vai ser publicada no "Diário Oficial da União" nesta terça (22) na forma de uma resolução normativa.

Fonte: do portal G1, Brasília - Bem Estar. Link da matéria no site: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/planos-de-saude-terao-de-cobrir-mais-37-medicamentos-para-cancer.html

Oncologista fala da importância da prevenção contra a doença

Da Marie Claire


nova campanha de Marie Claire é em apoio ao Outubro Rosa, movimento mundial que conscientiza as pessoas da prevenção do câncer de mama.

A revista conversou então com a médica Carolina Rutkowski, oncologista da Oncomed de Belo Horizonte, que falou sobre os fatores que as mulheres devem ficar de olho para prevenir a doença:


- Sexo feminino (apesar de homens também terem, o número é de 1 homem para 100 mulheres).
- Idade;
- História familiar positiva;
- História pessoal de câncer de mama;
- Radioterapia prévia em região do tórax, especialmente se antes dos 30 anos;
- História menstrual: mulheres que tiveram sua primeira menstruação antes dos 12 anos e ou entraram menopausa após os 55 anos;
- História reprodutiva: Mulheres que não tiveram filhos ou tiveram o primeiro filho após os 30 anos, e ainda as que não amamentaram;
- Uso de reposição hormonal (principalmente com estrogênio e progesterona associados);
- Obesidade, especialmente na pós-menopausa;
- Ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool;
- Presença de mutação genética (incluindo BRCA1, BRCA2 , entre outros).

Muitos desses fatores não são modificáveis. Por exemplo, as mulheres não têm como parar de envelhecer, mudar a história familiar ou interferir na idade da primeira menstruação.

Segundo a médica, evitar a obesidade através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos e evitar bebidas alcóolicas são recomendações importantes na prevenção primária da doença. Por outro lado, a prevenção secundária, que significa garantir o diagnóstico precoce da doença, aumentando assim as taxas de cura, tem enorme valor no controle do câncer de mama.

Com este objetivo, a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que todas as mulheres realizem a mamografia anualmente a partir dos 40 anos. Além disso, Carolina alerta para os grupos de risco da doença:

- Pelo menos um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama antes dos 50 anos de idade;
- Mulheres com história familiar de pelo menos um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama bilateral ou câncer de ovário, em qualquer faixa etária;
- História familiar de câncer de mama masculino;
- Mulheres com diagnóstico histopatológico de lesão mamária proliferativa com atipia ou neoplasia lobular in situ.

A oncologista explica também que, embora profilática, a mastectomia feita por Angelina Jolie para evitar o câncer não serve para todas as mulheres. "Sabe-se que, de todos os cânceres de mama, apenas 5 a 10% tem origem genética".A especialista explica, ainda, que a frequência populacional estimada de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 é menor do que 0,1%. "Ou seja, é muito rara na população em geral! Sendo assim, a maioria dos especialistas concorda que a cirurgia deve ser indicada somente quando a história familiar segue um padrão que sugere a possível presença da mutação".

As famílias consideradas de alto risco são aquelas que apresentam:

- múltiplos casos de câncer de mama e ovário (muitas vezes em idade precoce);
- um membro da família portador de dois ou mais tipos de câncer (câncer de mama bilateral, ou câncer de mama e ovário, por exemplo);
- casos de câncer de mama masculino.

Fonte: da Marie Claire, por |Igor Zahir. Link da matéria na íntegra: http://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2013/10/cancer-de-mama-conheca-os-grupos-de-risco-e-previna-se.html