Meio Ambiente

Meio Ambiente (9)

Terça, 03 Junho 2014 15:26

Sistema Cantareira pode secar em outubro, diz Sabesp

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Previsão foi feita pela companhia para cenário de chuva escassa.
Volume acumulado do Cantareira chegou a 24,6% nesta terça (3).

 

Do G1, SP

 

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), por meio de comunicado do grupo técnico que acompanha a crise no Cantareira, informou que a água dos reservatórios do Sistema pode acabar no dia 27 de outubro. Segundo a companhia, a hipótese vale no cenário em que a entrada de água no sistema por meio das chuvas seja igual ou menor a 50% das mínimas já registradas na história.

Para que a água dure até 30 de novembro, data inicial projetada para durar a reserva do 'volume morto', seriam necessários outros 51 milhões de m³. A informação é também do grupo gerido pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento de Água e Energia Elétrica (Daee) de São Paulo.

Entretanto, em nota, a Sabesp informou que "o volume é suficiente para o abastecimento até março de 2015, no ponto alto do período das chuvas" e que a previsão para outubro ocorreu de forma obrigatória pelo comitê utilizando projeções mais pessimistas.

Redução na vazão
Além do dado sobre a possível seca em outubro, o comunicado mostrou também uma hipotética solução da Sabesp para as recomendações do comitê feitas em um comunicado anterior. Nele, o grupo técnico pediu à companhia que considerasse um 'cenário mais desfavorável' ao realizar planos de extração de água dos reservatórios.

Na data, a Sabesp informou que pretendia retirar dos quatro principais reservatórios do Cantareira 22,2 mil litros por segundo em média de junho a novembro. Neste novo cenário, a companhia informou que passaria a retirar 21,2 mil litros por segundo em média até novembro. O cenário 'mais desfavorável' considera afluências (entrada de água) correspondentes a 75% e 50% das mínimas históricas.

Porém, em nota, a Sabesp respondeu que "mantém as suas projeções inicialmente apresentadas" e que o comitê "obrigou a companhia a apresentar projeções muito mais pessimistas, que seriam 50% e 75% inferiores à mínima histórica". A companhia reitera, também, que "trata-se de mera recomendação do GTAG [comitê anticrise] que será ainda avaliada".

A redução na retirada de água das represas do Cantareira já vem sendo adotada desde o início do ano. No dia 13 de março, a vazão captada passou de 33 metros cúbicos por segundo para 27,9 metros cúbicos por segundo, por determinação da ANA.

Sistema Cantareira
Nesta terça-feira (3), o volume acumulado do Cantareira chegou a 24,6% após dia com 0,4 milímetro de chuva. Desse total, 18,5% vem do fundo dos reservatórios, o chamado 'volume morto', que começou a ser usado em 15 de maio.

Fonte: do portal G1, SP. Link do original: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/06/sistema-cantareira-pode-secar-em-outubro-diz-sabesp.html

Órgão quer saber se Sabesp desrespeitou regras de outorga.
Nível do Sistema Cantareira foi de 13% no sábado e domingo.

 

Do G1, por Márcio Pinho

 

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) vai instaurar esta semana um inquérito para apurar uma possível má gestão da água no estado e o descumprimento da outorga que concedeu à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) o direito de explorar o Sistema Cantareira.

No sábado (5), o nível do sistema chegou a 13% e se manteve no domingo (6). O Cantareira é responsável por abastecer cerca de 8,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo, além de atender as regiões de Piracicaba e Campinas, no interior do estado.

A informação sobre o inquérito é do promotor do Meio Ambiente, José Eduardo Ismael Lutti. "Queremos saber se houve má gestão. Uma das principais exigências da outorga é que a Sabesp tomasse medidas para não ficar tão dependente do Sistema Cantareira", disse.

Em 2004, a Sabesp recebeu autorização válida por dez anos da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), órgão ligado ao governo estadual. Na portaria que concedeu a outorga, o Daee determinou que a Sabesp deveria providenciar, em 30 meses, estudos e projetos para viabilizar a redução de sua dependência do Sistema Cantareira.

Uma reunião será realizada nesta segunda-feira (7), na sede do Ministério Público em São Paulo, para definir o promotor da área de meio ambiente que ficará encarregado do inquérito. Procurada, a Sabesp não respondeu ao G1 até a publicação desta matéria (07/04).

Julho
A estiagem atípica registrada no primeiro trimestre de 2014 antecipou, do fim de agosto para meados de julho, a previsão de "colapso" no Cantareira, aponta um novo estudo do Grupo Técnico de Assessoramento para Gestão (GTAG) do sistema.

Em fevereiro, a previsão era que o volume útil das represas se esgotaria no final de agosto, no cenário mais pessimista de falta de chuvas. Agora, nas mesmas condições, a estimativa é que a água acabe já em julho, forçando a retirada, a partir de então, do chamado "volume morto", que necessita de bombeamento para ser captado.

O relatório do GTAG é assinado pelo Daee, pela ANA, pelos comitês das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) e das Bacias do Alto Tietê, e pela Sabesp, após uma reunião no dia 28 de março.

O governo de São Paulo tenta conter a crise no abastecimento de água com um bônus de cerca de 30% no valor da conta para consumidores de 31 cidades da Região Metropolitana que economizarem 20%.

"Apenas cinco [municípios da Grande São Paulo ficaram de fora]: Guarulhos, Mogi das Cruzes, Mauá, Santo André e São Caetano, porque não são operados pela Sabesp", afirmou o governador do estado, Geraldo Alckmin, no dia 31.

Sistema abastece Grande São Paulo e parte do interior do estado.

 

Do G1

 

A Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico do Comitê dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) propôs metas de redução de consumo de água de até 50% para garantir o Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento da Grande São Paulo e das regiões de Piracicaba (SP) e Campinas (SP). A proposta foi elaborada em reunião nesta segunda-feira (31).

De acordo com informações do comitê, a economia de água deve acontecer tanto nas Bacias PCJ como no Alto Tietê, que também abastece a Região Metropolitana de São Paulo. Conforme os cálculos da câmara técnica, metade da água da Grande São Paulo depende do Cantareira e com a economia de 50% a região não precisaria se abastecer do sistema temporariamente, durante o período de estiagem.

Após um verão atípico com pouco volume de chuva, as regiões da Bacia PCJ e a Grande São Paulo devem sofrer uma estiagem ainda maior na segunda quinzena de abril. Se essas providências planejadas e se as chuvas previstas acontecerem, segundo o comitê, o Sistema Cantareira poderá se recuperar, diminuindo o uso do volume morto, já que a falta de chuva pode ser crítica.

De acordo com o secretário executivo do Comitê PCJ, Luiz Roberto Moretti, as simulações feitas pelo grupo técnico apontam que, no panorama mais pessimista, as precipitações devem atingir 30% da média histórica, quadro que obriga as regiões envolvidas a fazer racionamento. O volume morto dos reservatórios do Sistema Cantareira deve ser utilizado a partir do final de junho, segundo Moretti.

Monitoramento de rios
No dia 7 de março, o Comitê PCJ criou, durante reunião em Santa Bárbara d'Oeste (SP), um grupo técnico denominado Operação Estiagem, com a função de monitorar a situação dos mananciais e sugerir ações regionais para amenizar a escassez de água durante a estiagem.

A assessoria de imprensa do Comitê PCJ informou que o grupo Operação Estiagem terá duração até 30 de setembro, podendo ser prorrogado. O grupo se reunirá mensalmente, mas encontros em períodos menores podem ser convocados em casos de emergência.

 

Fonte: do portal G1, Piracicaba e Região. Link: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2014/04/consumo-de-agua-tem-que-diminuir-50-para-poupar-cantareira-diz-pcj.html

Quinta, 13 Fevereiro 2014 17:43

Previsão é de chuva forte na sexta em SP

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Frente fria se aproxima de São Paulo e temperaturas devem ficar mais amenas nos próximos dias

 

 

Da Revista Veja, SP

 

Se depender da previsão, o forte calor que atormenta os paulistanos está com as horas contadas. Afinal, a perda de intensidade do bloqueio atmosférico que pairava sobre o Estado deve trazer o aumento da umidade relativa do ar e provocar a queda da temperatura. Além disso, deve chover no final de semana.

De acordo com o Climatempo, São Paulo é rota de uma frente fria que tem provocado temporais no Rio Grande do Sul. A previsão é que ela chegue ao litoral sul do estado na tarde desta sexta (14).

Para esta quinta (13), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) espera máxima de 34 graus, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde. Já na sexta, existe chance de chuva forte na capital. A umidade relativa do ar fica entre 90% e 50%. No final de semana, os termômetros não passam dos 27 graus.

Fonte: da Revista Veja, SP. Link: http://vejasp.abril.com.br/materia/chuva-frente-fria-se-aproxima-de-sao-paulo?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp

No Aquário de Santo André, onde ficam o tubarão e as raias, foi preciso trocar a refrigeração

 

Do Estadão

 

 Não são só os humanos que querem tomar sorvete e ter um ar-condicionado que funcione nesses dias de calor intenso na capital. Animais do Zoológico de São Paulo têm se refestelado com picolés de frutas e “mangueiradas” de água fresca. Já o aquário de Santo André teve de trocar o sistema de refrigeração para baixar a temperatura da água.

Nesta terça-feira, 11, no zoo, chimpanzés se divertiam com sucos congelados de frutas, sorvetes de gelatina e outros com pedacinhos de fruta. Já os orangotangos ganham o geladinho com uva passa no meio, a frutinha preferida deles.

No tanque oceânico de Santo André, onde ficam o tubarão e as raias, foi necessário substituir o trocador de água. A temperatura na água estava ultrapassando os 31°C e foi necessária a troca do aparelho. 

A temperatura muito alta pode provocar até problemas na tireoide dos tubarões. Agora, os peixes estão mais fresquinhos, nadando a 26°C.

 

Próximos dias. Segundo a empresa Climatempo, uma forte frente fria começa a influenciar a Região Sul do Brasil hoje e deve chegar na sexta-feira ao litoral de São Paulo. Com o bloqueio da atual massa seca, a expectativa é de que ocorram temporais. Para a capital, o calor deverá dar uma trégua, pois a previsão é de máxima de 27°C.

A frente fria, segundo previsão, pode iniciar o rompimento do bloqueio atmosférico e permitir que outras frentes cheguem ao Centro-Sul, trazendo a chuva e baixando a temperatura.

Fonte: do Estadão. Link: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,contra-calor-animais-do-zoologico-de-sp-ganham-sorvete-e-mangueiradas,1129254,0.htm

Da Folha de S.Paulo

A cidade de São Paulo ganhará o segundo Hospital Público Veterinário em janeiro de 2014, na zona norte da capital paulista. A nova unidade funcionará na avenida General Ataliba Leonel, 3.194, na Parada Inglesa, informou a Secretaria Municipal da Saúde.

Assim como a unidade Tatuapé, inaugurada em julho de 2012, o local oferecerá consultas, cirurgias, exames, medicação e internação para cães e gatos. Há nove especialidades de atendimento: clínica geral, oftalmologia, cardiologia, endocrinologia, dermatologia, neurologia, oncologia, ortopedia e odontologia.

A expectativa é que os dois hospitais realizem juntos de 1.800 a 2.500 procedimentos por mês, informou a secretaria. Assim como a primeira, a nova unidade será administrada pela Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais), que venceu chamamento público.

O repasse mensal para as dois hospitais foi estabelecido em até R$ 900 mil –R$ 600 mil para o Tatuapé e R$ 300 mil para o Santana, segundo a pasta.

Segundo a secretaria, a prioridade é para inscritos em programas sociais, como o Renda Mínima e Bolsa Família, protetores de animais cadastrados, e quem não tem condições de pagar por um tratamento particular. Interessados adquirem uma senha e passam por entrevista com um assistente social, que aprova ou não o atendimento.

Fonte: Da Folha de S. Paulo. Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/12/1388157-sao-paulo-ganhara-segundo-hospital-publico-veterinario-em-janeiro.shtml

Da Folha de S.Paulo

 

Para quem precisa de uma desculpa para ficar acordado até mais tarde hoje, aqui vai: na madrugada de sexta para sábado temos o ápice das geminídeas, uma das mais prolíficas chuvas de meteoros de periodicidade anual.

Ela emana da constelação de Gêmeos, quando a Terra atravessa a órbita do asteroide Faetonte — um objeto um tanto quanto estranho. Com cerca de 5 km de diâmetro, ele tem uma órbita bastante oval, que o leva bem perto do Sol. A julgar só pelos parâmetros orbitais, ele mais parece um cometa de curto período do que um asteroide. “Há até quem desconfie que ele se trata de um núcleo extinto de cometa”, afirma Gustavo Rojas, astrônomo da Universidade Federal de São Carlos. Núcleo extinto é o que sobra dos cometas depois que todo o gelo contido neles evapora e só sobram materiais rochosos.

Seja o que for o Faetonte, fato é que ele passa perto do Sol, se esfarela e deixa um monte de pequenos detritos ao longo de sua órbita. Quando a Terra passa pelo caminho dele, os detritos deixados adentram a atmosfera do nosso planeta, produzindo o fenômeno das estrelas cadentes. E bota estrela cadente nisso: segundo as estimativas, para este ano são esperadas cerca de 120 por hora, no momento de máximo esplendor.

COMO OBSERVAR

Chuvas de meteoros dispensam qualquer instrumento óptico. Como as estrelas cadentes são muito rápidas, não dá tempo de apontar nem um binóculo, de forma que o melhor a fazer é simplesmente buscar um local que dê a visão mais ampla possível do céu e esperar pacientemente pelos meteoros.

Procure um local escuro, ou seja, com pouca poluição luminosa, e deixe a vista se acostumar à baixa luminosidade, para que os olhos caprichem na hora de observar o céu. A partir da meia-noite, a constelação de Gêmeos já surge no horizonte leste. É quando vale a pena começar a prestar atenção.

Não é preciso necessariamente olhar para a constelação, pois de lá parte apenas a direção dos meteoros. Quanto à posição, podem surgir em qualquer região do céu. Mas uma vantagem de olhar para lá é manter os olhos longe da Lua, que está quase cheia e vai ofuscar a tentativa de ver os meteoros. (Quando der uma passada d’olhos em nosso satélite natural, lembre-se de queneste sábado a sonda chinesa Chang’e-3 tentará pousar por lá e mande suas energias positivas!)

Contudo, a coisa fica ainda melhor lá pelas 4h da manhã, quando a Lua já foi embora no horizonte oeste, e Gêmeos está mais alto no céu (procure a constelação localizando Júpiter, que por lá está e a esta altura será o planeta mais brilhante no céu). Os meteoros aparecem no céu como risquinhos amarelados, transitando rapidamente antes de sumir.

Importante lembrar que esses detritos deixados pelo Faetonte são pequeninos e queimam na atmosfera sem deixar traços. O fenômeno é completamente inofensivo.

Fonte: da Folha de S.Paulo por Salvador Nogueira - http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2013/12/13/a-ultima-chuva-de-meteoros-do-ano/

Tecnologia de despoluição é um dos itens de um pacote de cooperação que será assinado na sexta-feira pelo presidente francês François Hollande e pelo governador paulista Geraldo Alckmin

 


Do Estadão

 

Um acordo inédito de cooperação internacional assinado entre os governos do Estado de São Paulo e a França vai renovar a esperança dos paulistanos de ver despoluído o Rio Tietê, utilizando a mesma tecnologia aplicada em Paris no Rio Sena.

Outros programas de mobilidade urbana, recuperação e urbanização da Serra do Mar e desenvolvimento urbano em municípios do Litoral Norte fazem parte de um pacote de 50 iniciativas conjuntas que serão assinadas na sexta-feira, 13, pelo presidente da França François Hollande e pelo governador paulista Geraldo Alckmin.

 

O Rio Sena era considerado biologicamente morto no início dos anos 1960, mas foi recuperado com leis de proteção e milhões de euros de investimento em estações de tratamento e recuperação do ecossistema.Em 2009 foi anunciado que o Salmão do Atlântico havia retornado ao rio, juntamente com várias outras espécies.

Acordos. A comitiva do presidente Francês inclui o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, e Jean-Paul Huchon, presidente da região de Île-de-France.

Île-de-France, principal região administrativa da França, cuja capital é Paris, reúne 1.281 cidades com um PIB total de US$ 812 bilhões. É a região mais populosa do país e a mais rica da Europa.

 

 

"O acordo de cooperação será o primeiro assinado entre a Franca e um estado subnacional no hemisfério Sul e formaliza uma relação bilateral para a criação de um grupo de trabalho que tratará de iniciativas que trarão grandes benefícios para São Paulo", afirma Rodrigo Tavares, assessor especial para Assuntos Internacionais do Governo de São Paulo.

 

Entre as iniciativas estão um projeto piloto de sustentabilidade na Serra do Mar e troca de conhecimentos e tecnologias entre Sabesp e o órgão francês responsável pela despoluição do Rio Sena.

 

 

Grupo de trabalho. Os governantes  também vão tratar de projetos de investimentos e financiamentos e de novos instrumentos de cooperação.

 

O grupo de trabalho vai se concentrar em áreas da competência constitucional interna dos estados, como infraestrutura e mobilidade urbana, educação, desenvolvimento econômico, segurança pública, entre outros.

 

Um segundo acordo lança a iniciativa "2014: Ano de São Paulo e de Île-de-France para o desenvolvimento urbano sustentável".

O projeto prevê um programa de atividades de cooperação em áreas como transportes, habitação, saneamento, energia ou meio ambiente ao longo do ano que vem.

O acordo entre a França e São Paulo inclui 50 iniciativas conjuntas. Algumas delas são:

Despoluição do Tietê - A Secretaria de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) e a entidade que lidera a gestão das águas em Île-de-France (Siaap), responsável pela despoluição do rio Sena, trocarão conhecimentos e tecnologias contribuindo para o programa de despoluição do rio Tietê;

 

Serra do Mar - A região de Île-de-France vai desenvolver projeto piloto de sustentabilidade na Serra do Mar no Estado de São Paulo, com aplicação de tecnologias inovadoras e sustentáveis em habitações populares;

 

Litoral Norte - Île-de-France irá fornecer consultoria à Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) para exploração sustentável do Litoral Norte, para um maior aproveitamento econômico e turístico da área;

 

Gestão metropolitana - São Paulo e Île-de-France trocarão peritos e conhecimentos relativos ao planejamento e execução dos planos de gestão metropolitana de Paris (Grand Paris 2030) e São Paulo (PAM 2040, a ser apresentado em breve).

 

Promoção empresarial - Cooperação entre a Agência Regional de Desenvolvimento de Île-de-France e a Investe São Paulo para partilhar experiências no âmbito da promoção de empresas e incubadoras e da atratividade dos territórios em matéria de investimentos. As agências farão intercâmbio de técnicos e farão campanha publicitária para promover negócios e investimentos no Estado de São Paulo junto ao setor privado de Île-de-France;

 

Eficiência energética - A Secretaria de Energia e o governo de Île-de-France vão colaborar na área de eficiência energética em três áreas prioritárias: legislação, uso rentável da energia de resíduos sólidos urbanos e energia solar e fotovoltaica.

 

 

Mobilidade urbana - A Secretaria de Transportes Metropolitanos fará parceria com a RATP (Régie Autonome des Transports Parisiens) e o STIF (Sindicato dos Transportes de Île-de-France) para troca de informações sobre gestão planejada de transportes e sobre agências reguladoras de transportes.

 

Fonte: do Estadão - Veja matéria no link abaixo: 

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,rio-tiete-tera-plano-de-despoluicao-igual-ao-do-rio-sena,172534,0.htm

Cetesb avaliou a limpeza de 150 praias paulistas e Ubatuba foi a cidade campeã de praias mais limpas de São Paulo.

 

Da Revista Veja

 

Mar, sol e areia fofa compõem um cenário de sonho para o verão do paulistano. Mas a miragem é ameaçada se a água estiver suja. Ao todo, 150 balneários do litoral paulista foram analisados ao longo do ano pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A cidade que teve o melhor desempenhon esse levantamento foi Ubatuba: quase a metade das praias recebeu nota máxima, entre elas a badalada Itamambuca (abaixo, a lista completa). Santos e Bertioga não conseguiram emplacar nessa seleção.

As melhores de Ubatauba

› Domingas Dias

› Grande

› Itamambuca

› Maranduba

› Perequê-Açu

› Sapé

› Tenório

› Toninhas

› Vermelha

› Vermelhado Norte

Fonte: da Revista Veja, SP por Nathalia Zaccaro - http://vejasp.abril.com.br/materia/cetesb-avalia-a-limpeza-das-praias-paulistas?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp