Quarta, 11 Janeiro 2017 13:41

Trump diz que relatório russo é falso

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Documento do serviço de inteligência russo teria informações para chantagear o presidente eleito dos Estados Unidos.

Russos têm relatório devastador contra Trump, diz imprensa dos EUA

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar nesta quarta-feira (11) a divulgação de um suposto documento que mostra que o serviço de inteligência russo tem informações comprometedoras contra ele.

Em um primeiro momento, o republicano afirma que o documento é falso, mas em um último post declara que relatório não poderia ter vazado e compara a maneira que está sendo tratado com o que acontecia na Alemanha nazista.

O relatório aponta que agentes russos disseram possuir informações dos órgãos da inteligência suficientes para chantagear Trump, a respeito de suas atividades sexuais "pervertidas" em Moscou, segundo informações divulgadas pela imprensa americana.

“Rússia disse que o não verificado documento pago por oponentes políticos é “uma completa e total fabricação, totalmente sem sentido”, afirmou em sua página no Twitter.

 

Relatório

O relatório indica que os russos têm vídeos do presidente eleito em orgias com prostitutas em hotéis na capital russa. As farras eram organizadas pelo serviço russo durante as constantes visitas de Trump ao país. Para atraí-lo para fazer essas viagens, eram oferecidos negócios relacionados especialmente com a Copa do Mundo de 2018, embora o presidente eleito teria rejeitado.

O documento indica também que Trump e seus assessores aceitavam regularmente informações coletadas pelo Kremlin, inclusive sobre o Partido Democrata e outros rivais políticos.

Segundo o relatório, o serviço de inteligência russo coletou por anos informações comprometedoras de Hillary Clinton, por meio de chamadas telefônicas interceptadas e conversas que ela teve em visitas à Rússia, controladas por um subordinado direto ao presidente russo, Vladimir Putin.

Segundo a CNN, um resumo essas informações foi anexado ao relatório sobre a interferência russa na eleição de 2016, que foi apresentado a Trump por quatro chefes do serviço de inteligência americano na semana passada. O FBI está investigando a credibilidade e a precisão dessas alegações, que são baseadas primariamente em informações de fontes russas.

A sinopse foi incluída para demonstrar que a Rússia compilou informações potencialmente prejudiciais aos dois partidos políticos principais dos EUA, mas só divulgou informações negativas de Hillary Clinton e dos democratas.

A emissora afirma que tentou falar com integrantes da equipe de transição de Trump, mas eles não quiseram comentar.

 

Fonte: G1

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